Nothing but words...
O bom de tudo que foi
é imaginar hoje como seria
e vivo dia após dia com essa transposição de tempo real e irreal.
ambiguidade fortalecida por questionamentos que ficarão sem respostas
e se perderão no vazio óbvio.
negativas recorrentes
que me fazem querer sair em disparada, mas estou proibida de correr
pois dos pés a cabeça estou atada, marcada a ferro pelo apego que ainda tenho.
ó, eu lírico atormentado pelo desassossego infernal de minhas utopias noturnas,
sei que és piedoso,
portanto,
tranque os portões que guardam dolorosamente maquiado o amor que teima em se fazer presente.
é imaginar hoje como seria
e vivo dia após dia com essa transposição de tempo real e irreal.
ambiguidade fortalecida por questionamentos que ficarão sem respostas
e se perderão no vazio óbvio.
negativas recorrentes
que me fazem querer sair em disparada, mas estou proibida de correr
pois dos pés a cabeça estou atada, marcada a ferro pelo apego que ainda tenho.
ó, eu lírico atormentado pelo desassossego infernal de minhas utopias noturnas,
sei que és piedoso,
portanto,
tranque os portões que guardam dolorosamente maquiado o amor que teima em se fazer presente.
Comentários
É chorar sozinho pelo que outras pessoas já aprenderam a esquecer.
É um tentar esquecer o que as outras pessoas tomaram para si.
Impossível esquecer completamente. A vida sempre nos lembra de qual caminho foi realmente trilhado.